Não é de hoje que a veracidade de imagens clássicas, registradas por fotógrafos renomados, é questionada.
Morte de combatente espanhol durante a Guerra Civil Espanhola, registrada por Robert Capa, o maior fotógrafo de guerra de todos os tempos. Há quem diga que Capa teria de estar na linha de tiro para retratar o momento do ângulo em que ele é visto.
A imagem feita por Robert Doisneau em um ensaio para a revista Life, em 1950, de um casal se beijando em frente à prefeitura de Paris, teria sido posada.
O Pulo, clássico do francês Henri Cartier-Bresson, em Paris, também teria sido posado.
O fotógrafo americano Joe Rosenthal, autor da imagem em que soldados dos Estados Unidos fincam sua bandeira na ilha japonesa de Iwo Jima, em 1945, recebeu o Prêmio Pulitzer, mas não convenceu a opinião pública de que a cena não fora montada.
Quando cobria a Guerra do Iraque para o jornal americano Los Angeles Times, em 2003, Brian Walski foi acusado de misturar fragmentos de duas fotografias em uma só imagem, deixando-a mais dramática.
Suposta foto do caixão de Abraham Lincoln, que foi assassinado em 1865. Há boatos de o homem da imagem não seja o ex-presidente americano, porque o exército não teria permitido que a foto fosse feita.

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