A Bandeira Suíça e sua História
O símbolo da cruz branca sobre fundo vermelho aparece pela primeira vez na história suíça como emblema do cantão de Schwytz, um dos cantões fundadores da Confederação Suíça, em 1291. A bandeira deste cantão ainda hoje tem a cruz branca no ângulo superior direito do seu fundo vermelho. O símbolo do crucifixo simbolizava a liberdade concedida pelo império aos habitantes daquele cantão.
Mais tarde, durante o século XV, as tropas de diversos cantões da antiga confederação combateram sob os seus estandartes cantonais respectivos, nos quais figurava todavia a cruz branca sobre fundo vermelho, signo da sua aliança e promessa de vitória. A partir da guerra da Suábia e ao longo do século XVI, as tropas compostas por regimentos de diferentes cantões combateram no estrangeiro sob a bandeira vermelha com a cruz branca.
Durante os séculos XVII e XVIII, os diferentes emblemas comunais e cantonais foram substituídos por bandeiras com as cores cantonais em forma de labaredas que rodeavam a cruz branca.
Todavia, só no século XIX, após a criação do Estado federal em 1848, a atual bandeira suíça se tornou o estandarte oficial da Confederação.
Quanto à bandeira do movimento internacional da Cruz Vermelha, criada em fins do século XIX por iniciativa do genebrino Henri Dunant, é uma transposição da bandeira suíça, traduzindo assim tanto a origem do fundador do movimento como as tradições humanitárias do país.
História do Canivete Suiço
Historia da faca suíça, começa em 1884, quando Karl Elsener, um cutler suíço, o descobriu que as facas emitidas aos membros do exército suíço foi feito na Alemanha. Pensando de que seria mais apropriado para o exército suíço usar Facas Suíças, que o mesmo ano desenvolveu um canivete de bolso que tinha uma lâmina, uma chave de fenda, o abridor da lata, e um perfurador. Chamou este a faca a faca do soldado Em Elsener 1897 descoberto uma maneira usar uma mola unir as lâminas ao traseiro e à parte dianteira da faca, assim permitindo o de adicionar mais instrumentos a sua faca e chamou-a a faca do oficial. Hoje uniforme, as facas emitidas aos oficiais suíços têm chave de fenda, quando aquelas emitidas aos não-oficiais. O exército suíço dividiu tradicional suas ordens para facas entre a companhia que Elsener fundou, Victorinox, que é baseado na parte da Suiça que fala Alemão, e a companhia de Wenger, que é baseada em Suicos que falam françes. As facas compradas pelo exército suíço não têm o punho plástico vermelho familiar, mas o um de um alumínio cinzento. Um protetor vermelho pequeno com uma cruz branca nele aparece no lado de cada faca.
As facas vermelhas populares são feitas atualmente por Victorinox e por Wengler para o uso comercial. A maioria vasta de facas é vendida nos Estados Unidos, onde foram introduzidos primeiramente pelos soldados que retornam da segunda guerra mundial.
Data Nacional da Suíça - 1° de Agosto
O Dia Nacional da Suíça está relacionado com o Pacto Federal dos Waldstätten (“cantões florestais”), concluído em princípios de agosto de 1291. É o primeiro pacto escrito de que há registro, mas hoje se sabe que não foi essa a primeira aliança entre as três comunidades envolvidas - Uri, Schwytz e Unterwald - os mais antigos cantões da Suíça.
Este pacto foi quase ignorado durante séculos e a criação de uma festa nacional nunca foi considerada. É evidente que sempre houve festas e cerimônias patrióticas.
Em agosto de 1805, por exemplo, realizou-se a primeira “Festa Suíça dos Pastores” nos campos de Unsprunnen. Vieram espectadores de todas as regiões da Confederação, bem como do estrangeiro, para assistir às diversas competições: tiro ao alvo, trompa alpina, luta “à la culotte” (luta tipicamente suíça) e lançamento de pedra.
Porém, foi unicamente no século XIX que se manifestou a vontade de “oficializar” uma verdadeira festa nacional, celebrada ao mesmo tempo em toda a Confederação. Em 1889/90, com a aproximação do 600º aniversário do Pacto, o Governo e o Parlamento decidiram finalmente que a fundação da Confederação seria festejada em 1º de agosto.
Desde então, esta celebração é organizada anualmente pelos municípios com a colaboração das comunidades locais. Mas durante muito tempo ainda, esta data continuou a ser um dia de trabalho em muitos cantões pois a festa é, por tradição, uma festa noturna. Ao cair da noite, o espetáculo é constituído pelas fogueiras acesas nos cumes, nas cidades e aldeias, e pelos fogos de artifício, muitas vezes organizados a título privado. Alguns discursos, exibições de bandas e o toque dos sinos das igrejas completam o programa.
O símbolo da cruz branca sobre fundo vermelho aparece pela primeira vez na história suíça como emblema do cantão de Schwytz, um dos cantões fundadores da Confederação Suíça, em 1291. A bandeira deste cantão ainda hoje tem a cruz branca no ângulo superior direito do seu fundo vermelho. O símbolo do crucifixo simbolizava a liberdade concedida pelo império aos habitantes daquele cantão.
Mais tarde, durante o século XV, as tropas de diversos cantões da antiga confederação combateram sob os seus estandartes cantonais respectivos, nos quais figurava todavia a cruz branca sobre fundo vermelho, signo da sua aliança e promessa de vitória. A partir da guerra da Suábia e ao longo do século XVI, as tropas compostas por regimentos de diferentes cantões combateram no estrangeiro sob a bandeira vermelha com a cruz branca.
Durante os séculos XVII e XVIII, os diferentes emblemas comunais e cantonais foram substituídos por bandeiras com as cores cantonais em forma de labaredas que rodeavam a cruz branca.
Todavia, só no século XIX, após a criação do Estado federal em 1848, a atual bandeira suíça se tornou o estandarte oficial da Confederação.
Quanto à bandeira do movimento internacional da Cruz Vermelha, criada em fins do século XIX por iniciativa do genebrino Henri Dunant, é uma transposição da bandeira suíça, traduzindo assim tanto a origem do fundador do movimento como as tradições humanitárias do país.
História do Canivete Suiço
Historia da faca suíça, começa em 1884, quando Karl Elsener, um cutler suíço, o descobriu que as facas emitidas aos membros do exército suíço foi feito na Alemanha. Pensando de que seria mais apropriado para o exército suíço usar Facas Suíças, que o mesmo ano desenvolveu um canivete de bolso que tinha uma lâmina, uma chave de fenda, o abridor da lata, e um perfurador. Chamou este a faca a faca do soldado Em Elsener 1897 descoberto uma maneira usar uma mola unir as lâminas ao traseiro e à parte dianteira da faca, assim permitindo o de adicionar mais instrumentos a sua faca e chamou-a a faca do oficial. Hoje uniforme, as facas emitidas aos oficiais suíços têm chave de fenda, quando aquelas emitidas aos não-oficiais. O exército suíço dividiu tradicional suas ordens para facas entre a companhia que Elsener fundou, Victorinox, que é baseado na parte da Suiça que fala Alemão, e a companhia de Wenger, que é baseada em Suicos que falam françes. As facas compradas pelo exército suíço não têm o punho plástico vermelho familiar, mas o um de um alumínio cinzento. Um protetor vermelho pequeno com uma cruz branca nele aparece no lado de cada faca.
As facas vermelhas populares são feitas atualmente por Victorinox e por Wengler para o uso comercial. A maioria vasta de facas é vendida nos Estados Unidos, onde foram introduzidos primeiramente pelos soldados que retornam da segunda guerra mundial.
Data Nacional da Suíça - 1° de Agosto
O Dia Nacional da Suíça está relacionado com o Pacto Federal dos Waldstätten (“cantões florestais”), concluído em princípios de agosto de 1291. É o primeiro pacto escrito de que há registro, mas hoje se sabe que não foi essa a primeira aliança entre as três comunidades envolvidas - Uri, Schwytz e Unterwald - os mais antigos cantões da Suíça.
Este pacto foi quase ignorado durante séculos e a criação de uma festa nacional nunca foi considerada. É evidente que sempre houve festas e cerimônias patrióticas.
Em agosto de 1805, por exemplo, realizou-se a primeira “Festa Suíça dos Pastores” nos campos de Unsprunnen. Vieram espectadores de todas as regiões da Confederação, bem como do estrangeiro, para assistir às diversas competições: tiro ao alvo, trompa alpina, luta “à la culotte” (luta tipicamente suíça) e lançamento de pedra.
Porém, foi unicamente no século XIX que se manifestou a vontade de “oficializar” uma verdadeira festa nacional, celebrada ao mesmo tempo em toda a Confederação. Em 1889/90, com a aproximação do 600º aniversário do Pacto, o Governo e o Parlamento decidiram finalmente que a fundação da Confederação seria festejada em 1º de agosto.
Desde então, esta celebração é organizada anualmente pelos municípios com a colaboração das comunidades locais. Mas durante muito tempo ainda, esta data continuou a ser um dia de trabalho em muitos cantões pois a festa é, por tradição, uma festa noturna. Ao cair da noite, o espetáculo é constituído pelas fogueiras acesas nos cumes, nas cidades e aldeias, e pelos fogos de artifício, muitas vezes organizados a título privado. Alguns discursos, exibições de bandas e o toque dos sinos das igrejas completam o programa.
O Chocolate Suiço
O chocolate suíço, junto com outros produtos suíços como relógios e máquinas, ganhou uma reputação internacional de ser de alta qualidade.
O chocolate foi levado à Europa no século XVI. Por volta do século XVII, começou a ser produzido na Suíça. No século XVII, o chocolate ainda era apenas em poucas áreas, como o Ticino.
Na segunda parte do século XIX, o chocolate suíço começou a espalhar-se no mundo. Fortemente ligada a esta foi a invenção do chocolate ao leite por Daniel Peter e à invenção de Conchierens por Rodolphe Lindt.
O chocolate foi levado à Europa no século XVI. Por volta do século XVII, começou a ser produzido na Suíça. No século XVII, o chocolate ainda era apenas em poucas áreas, como o Ticino.
Na segunda parte do século XIX, o chocolate suíço começou a espalhar-se no mundo. Fortemente ligada a esta foi a invenção do chocolate ao leite por Daniel Peter e à invenção de Conchierens por Rodolphe Lindt.
Desde o século XIX até a Primeira Guerra Mundial e durante toda a segunda guerra mundial da indústria do chocolate suíço foi muito voltada para a exportação. Depois da Segunda Guerra Mundial, a Suíça começou a externalização da produção devido a restrições comerciais.
Hoje, a maioria do chocolate suíço é consumido pelos próprios suíços (54% em 2000), E a Suíça tem hoje o maior consumo per capita de chocolate (11.6 kg per capita por ano).
Em 2004 148 270 toneladas de chocolate foram produzidas na Suíça. 53% do mesmo exportado (20% para a Alemanha, 11% para a França e Grã-Bretanha e 13% para a América do Norte). A renda bruta da indústria do chocolate suíço em 2004 foi de 1 365 milhões de francos suíços (814 milhões de euros do mercado local, 551 milhões de euros em exportações).

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